Quando pensa na sua próxima consulta dentária, só de imaginar o som da broca já fica ansioso? Ou é o tempo que passa na cadeira do dentista com a boca aberta? Seja qual for o motivo – e infelizmente há muitos – percebemos perfeitamente e é por isso que reduzir todas as formas de fobia e ansiedade dentária faz parte da nossa missão como dentistas biológicos. A empatia faz parte dos nossos planos de tratamento. Se tem medo do dentista, saiba que existe uma forma de tratar a sua saúde oral sem dor e sem stress.
A fobia dentária (ou odontofobia) é comumente descrita como o medo de ir ao dentista, da própria clínica dentária e dos procedimentos realizados neste espaço. Tal como acontece com a ansiedade generalizada, a ansiedade dentária pode manifestar-se através de sentimentos de desconforto, pânico, nervosismo, dificuldade em respirar, náuseas, palpitações e níveis de stress elevados. E estes sentimentos podem comprometer uma consulta de saúde oral de diversas formas: o paciente pode desmarcar a consulta, o paciente pode sentir necessidade de interromper o tratamento a meio, o paciente pode não conseguir completar o protocolo do princípio ao fim.
Para nos ajudar a ajudá-lo, contamos com décadas de experiência, tecnologia de ponta, protocolos não invasivos, tratamentos sem dor, padrões rigorosos de higiene e segurança para disponibilizar tratamentos indolores e livres de stress.
E também impede que os pacientes tratem da sua saúde oral regularmente.
Os pacientes que ficam cada vez mais ansiosos à medida que a data da consulta se aproxima sabem exactamente o que desencadeia a sua fobia dentária e pode ser um ou vários motivos. Estes são os mais frequentes, aqueles com os quais lidamos e procuramos mitigar, com empatia, diariamente:
Ouvimos e compreendemos. Estamos aqui para tratar de si.
Confortavelmente e em segurança. Com empatia.
Em vez de evitar o dentista e potencialmente comprometer a sua saúde oral, é importante dar o primeiro passo para superar a fobia dentária. Começamos por incluir o paciente ao longo de todo o processo desde o início, para que haja clareza absoluta relativamente ao diagnóstico, plano de tratamento, materiais e equipamentos utilizados, sequência da terapia, bem como potenciais riscos envolvidos. Também garantimos um ambiente calmo, limpo e confortável onde a empatia e o paciente estão sempre em primeiro lugar.
Praticamos medicina dentária biológica.
Ambiente confortável e relaxante.
Equipa centrada no paciente com experiência em ansiedade dentária.
Terapias regenerativas para uma recuperação rápida.
Medicina dentária com laser disponível (sem brocas/vibração/ruídos altos).
Uma variedade de tratamentos não invasivos e indolores.
Sedação consciente (se necessário).
Seguimos a filosofia de trabalho da Slow Dentistry Global Network®.
Protocolos de higiene e segurança superiores.
Comunicação clara e constante entre o dentista e o paciente.
Superar a
fobia dentária
Evitar o dentista pode criar um ciclo prejudicial de problemas de saúde oral negligenciados. Os pacientes que evitam ou adiam tratamentos dentários correm um maior risco de doenças gengivais, cáries, perda precoce de dentes e muito mais. Além disso, uma má saúde oral muitas vezes reflecte-se na saúde geral, desencadeando outros problemas no corpo que podem não parecer estar relacionados à primeira vista, mas que estão mais interligados do que imaginamos. É por isso que superar o medo do dentista – seja através de consultas progressivas, medicina dentária sem dor ou sedação consciente – faz parte da nossa missão enquanto clínica premiada de medicina dentária biológica avançada.
A fobia dentária, ou odontofobia, é um medo intenso e persistente associado ao tratamento dentário. Manifesta-se por ansiedade antecipatória, sintomas físicos durante a consulta e, com frequência, evitamento prolongado dos cuidados. Distingue-se do nervosismo comum pela intensidade e pelo impacto que tem no comportamento.
Os mais descritos são palpitações, dificuldade respiratória, tensão muscular, náusea, transpiração excessiva, boca seca e sensação de perda de controlo. Podem surgir nos dias que antecedem a consulta e não apenas no gabinete.
As causas descritas na literatura incluem experiências negativas anteriores, sobretudo na infância, receio de dor, sensação de perda de controlo durante o procedimento, transmissão familiar do medo e vergonha relacionada com o estado da boca. Frequentemente coexistem várias causas.
Sim. O medo ou a ansiedade dentária é comum e, em geral, não impede a realização das consultas. A fobia é uma resposta de intensidade superior, que conduz ao evitamento sustentado dos cuidados, mesmo quando existe dor ou indicação clínica clara.
A abordagem habitual combina uma primeira consulta sem qualquer procedimento, informação clara sobre cada passo, controlo do ritmo pelo próprio doente e progressão gradual dos tratamentos. Em situações de fobia estabelecida, o acompanhamento psicológico em paralelo pode estar indicado, e a White Clinic articula-se com o profissional que o doente já siga. Contribui também o modo como a agenda é construída: com um máximo de oito doentes por dia em cada gabinete, a consulta não é interrompida nem encurtada por causa do doente seguinte.
Na White Clinic, o protocolo para doentes com ansiedade inclui consultas de duração alargada, comunicação explícita de cada etapa, utilização de laser em procedimentos seleccionados, reduzindo o recurso a instrumentos rotativos e o ruído associado, e sedação consciente quando existe indicação clínica e após avaliação médica, incluindo sedação inalatória com protóxido de azoto, utilizada na clínica há 26 anos. A abordagem é definida caso a caso.
Marcar a consulta para uma hora do dia em que se sinta mais descansado, fazer-se acompanhar, combinar previamente um sinal para interromper o procedimento e utilizar respiração lenta e controlada são medidas simples e úteis. Informar a equipa da sua ansiedade é o passo mais eficaz, porque permite adaptar a consulta.
PASSO 2
Marque mais do que uma consulta para um tratamento completo.