Recuperar sorrisos bonitos
A Implantologia é uma área especializada da medicina dentária que se centra na substituição de dentes em falta por raízes dentárias artificiais, conhecidas como implantes dentários.
Estes implantes são feitos de materiais biocompatíveis, como o titânio, a porcelana ou a cerâmica, que são colocados cirurgicamente no maxilar, onde se fundem com o osso para proporcionar uma base forte para os dentes de substituição.
Assim que o implante se integra no maxilar, é colocada uma coroa feita à medida para restaurar a forma, a função e o aspecto visual do dente perdido. Para casos de perda de dentes múltipla, a implantologia permite ainda uma reabilitação oral completa, devolvendo função e estética de forma duradoura.
A implantologia biologicamente avançada foi concebida para a função e o conforto, para a saúde e o bem-estar, para a confiança e sorrisos radiantes.
Quer se trate de um único dente, de vários dentes ou de uma restauração oral completa, o objectivo da implantologia é a substituição saudável dos dentes.
O processo de implantologia requer uma fusão perfeita entre o implante dentário e o osso, de modo a garantir uma estabilidade completa.
Os implantes dentários são uma forma eficaz de restabelecer as rotinas normais de alimentação, fala e higiene oral em pacientes com falta de dentes, contribuindo para uma maior qualidade de vida.
Com os devidos cuidados e manutenção, os implantes dentários podem durar uma vida inteira.
Os implantes dentários revolucionaram o campo da medicina dentária moderna, proporcionando soluções eficazes, visualmente apelativas e duradouras para os pacientes que necessitam de substituir os dentes.
Enquanto clínica de medicina dentária biológica muitos dos nossos pacientes procuram opções sem metal (incluindo implantes dentários sem parafusos), como os implantes cerâmicos. Eis a razão:
Apelo estético
Biocompatibilidade e hipoalergénico
Mecânica estável e óptima
Menor acumulação de placa bacteriana e sensibilidade
Reduz o risco de corrosão
Menos descoloração onde a gengiva é fina
Alta resistência e durabilidade
Reduz a inflamação nos ossos e tecidos moles
Na nossa clínica dentária em Lisboa, dispomos da mais recente tecnologia dentária e um vasto stock de implantes dentários, bem como o nosso próprio laboratório de última geração, o que significa que podemos começar imediatamente a trabalhar no caso de um paciente, ao mesmo tempo que temos um controlo de qualidade completo sobre todos os aspectos do plano de tratamento concebido e do fluxo de trabalho correspondente.
Uma vez que o paciente depende exclusivamente da nossa equipa experiente, isto significa uma concepção e criação dos materiais necessários ao mais alto nível, custos reduzidos, menos tempo na cadeira do dentista e resultados clínicos excepcionais, parte de um processo de reabilitação oral que colocamos inteiramente nas mãos da nossa equipa.
A nossa equipa de implantologia dentária é composta por profissionais altamente qualificados, dedicados a proporcionar resultados estéticos excepcionais, com a sua experiência a abranger várias áreas da medicina dentária – cirurgiões orais, periodontistas, protésicos, dentistas cosméticos, higienistas dentários e técnicos de laboratório, todos trabalham em conjunto para assegurar as necessidades únicas e os objectivos estéticos do paciente.
Na nossa clínica premiada, somos conhecidos pela nossa abordagem personalizada e atenção meticulosa aos pormenores, o que certifica que cada paciente recebe tratamento e cuidados personalizados antes, durante e após os implantes dentários.
Um implante dentário é uma raiz artificial, habitualmente em titânio ou zircónia, colocada cirurgicamente no osso maxilar para substituir a raiz de um dente ausente. Após a osseointegração, processo de integração do osso na superfície do implante que decorre tipicamente entre 2 e 6 meses, é fixada uma coroa, ponte ou prótese. A solução funciona de forma independente, sem necessidade de desgastar os dentes adjacentes.
O titânio é o material com maior volume de evidência clínica acumulada, com taxas de osseointegração e de sobrevivência a longo prazo bem documentadas. A zircónia é uma cerâmica isenta de metal, com evidência de longo prazo mais recente, considerada em doentes com sensibilidade documentada ao metal ou que optem por uma solução sem metal. Na White Clinic a escolha resulta da avaliação clínica e do CBCT, incluindo o volume ósseo e a posição do dente a substituir. Em reabilitações que combinam materiais metálicos diferentes há ainda a considerar a degradação electroquímica na interface, fenómeno descrito na literatura de materiais dentários cuja relevância clínica se situa na possível contribuição para inflamação local, e que não está demonstrado como causa de doença sistémica.
É raro, mas está documentado. A hipersensibilidade a metais é um fenómeno imunológico de tipo retardado, descrito num pequeno subgrupo de doentes com inflamação sem outra causa aparente ou com falência de implante inexplicada. Isto não significa que o titânio seja tóxico nem que os implantes tendam a falhar: as taxas de sobrevivência a longo prazo dos implantes de titânio estão bem documentadas. Por esta razão não realizamos testes de hipersensibilidade a todos os doentes: são um recurso diagnóstico selectivo, usado quando o quadro clínico o justifica. Quando a hipersensibilidade está documentada, os implantes cerâmicos em zircónia podem constituir alternativa, reconhecendo que os dados comparativos de longo prazo continuam a evoluir. Há ainda um aspecto menos discutido: análises independentes demonstraram que parte dos implantes disponíveis comercialmente apresenta resíduos de fabrico ou contaminantes particulados, apesar de cumprirem as normas convencionais de esterilidade, o que pode influenciar a resposta inflamatória inicial e a osteointegração. É um dos critérios que pesa na selecção dos sistemas que utilizamos.
Três elementos concretos. O primeiro é o planeamento guiado: a White Clinic utiliza guias cirúrgicas impressas em três dimensões desde 2014, o que significa que a posição, a angulação e a profundidade de cada implante são definidas no planeamento digital a partir do CBCT e transferidas para a cirurgia, em vez de estimadas no acto operatório. A cirurgia guiada é o protocolo por defeito para a totalidade dos casos cirúrgicos e não uma opção reservada aos casos complexos. O segundo é a selecção dos implantes: utilizamos implantes com certificação CleanImplant, um selo independente que atesta a ausência de contaminação de superfície, uma vez que análises independentes demonstraram que parte dos implantes disponíveis comercialmente apresenta resíduos de fabrico apesar de cumprir as normas convencionais de esterilidade. O terceiro é a sequência: o estado dos tecidos, a inflamação e a capacidade de cicatrização são resolvidos antes da colocação, e não depois. A biologia determina o calendário da cirurgia, e não o contrário. A estes três elementos acresce o controlo de infecção: a clínica cumpre o protocolo Slow Dentistry, que fixa passos obrigatórios de desinfecção entre doentes e limita a oito o número de consultas diárias por gabinete, condição para que esses passos sejam integralmente executados.
A maioria dos adultos pode ser candidata, mas há condições que exigem ponderação ou tratamento prévio: doença periodontal activa, volume ósseo insuficiente, tabagismo intenso, diabetes descompensada, medicação com bifosfonatos ou outros anti-reabsortivos, e radioterapia prévia da região. A avaliação inclui CBCT e revisão do historial médico, e pode incluir análises, para confirmar se o tratamento é seguro e indicado.
A recuperação é tratada como uma fase clínica com protocolo próprio e não como um período de espera. Além da medicação e das consultas de controlo, a White Clinic dispõe de terapias adjuvantes dirigidas ao controlo da inflamação e ao apoio da cicatrização: fotobiomodulação, também designada terapia de luz vermelha, introduzida pela clínica na prática clínica em Portugal em 2015 e desde então objecto de publicação científica pela equipa; oxigenoterapia hiperbárica, utilizada na clínica há cerca de oito anos; e crioterapia. A indicação é individual e depende do tipo de cirurgia, da extensão do procedimento e do perfil clínico do doente, incluindo eventuais contra-indicações. A evidência disponível é mais consistente para umas modalidades do que para outras, e a fotobiomodulação é a que reúne maior suporte no controlo do edema e do desconforto pós-operatório. Estas terapias são complementares e não substituem os cuidados pós-operatórios convencionais nem a medicação prescrita.
A cirurgia é realizada sob anestesia local e não é dolorosa. Nos dias seguintes é habitual existir desconforto, edema e sensibilidade, geralmente ligeiros e controlados com a medicação prescrita. A colocação de um implante unitário é, para muitos doentes, menos desconfortável no pós-operatório do que uma extracção cirúrgica.
Não é possível garantir a duração de um implante. A literatura descreve taxas de sobrevivência elevadas aos 10 anos e muitos implantes mantêm-se funcionais durante décadas. A longevidade depende da qualidade da higiene oral, do cumprimento das consultas de manutenção, do controlo de factores de risco como o tabagismo e a diabetes, e da ausência de peri-implantite. A coroa ou a prótese sobre o implante é uma peça sujeita a desgaste e pode necessitar de reparação ou substituição ao longo do tempo.
PASSO 2
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